quinta-feira, 17 de abril de 2008

Parte V

No apartamento, ele fez transbordar seus cálices de bebida barata enquanto a Perna escolhia um pancadão pra tocar. E escolheu justamente o que M. mais ouvia: Osté nos infernos de uma banda de rock do Paraguai. Tinham gostos muito parecidos. Parecia até que a Perna um dia pertencera ao seu corpo. Um membro querido seu. Mas isso já era absurdo demais. Madonna, completamente nua, desfilava pela casa seus setenta e um quilos de flacidez e banha. As pernas e coxas cobertas de alegres varizes por toda parte. As celulites pinicavam como estrelinhas travessas na imensidão da carne branca. Os peitões desmaiados. Acabada mesmo. Ainda assim, parecia capaz de provocar nele e na Perna um desejo doentio-ginasiano. a Perna dirigiu-se à Madonna e a convidou para dançar. Ela dançou com a Perna uma dança estranha e sensual. Estirado no sofá, M. acendeu seu cigarro, tomou uma golada de sua bebida ordinária e puxou o pau para se masturbar. Precisava de algum jeito registrar aquilo tudo, mas estava ficando bêbado demais, de forma que as imagens foram as poucos ficando difuzas, dando-lhe a impressão de estar dentro de um sonho loucamente entorpecido. Foi então que a Madonna sugeriu o fist e eles começaram a praticar um fist à avessas, já que a Perna _como não possuia punhos _enfiou-se ela mesma na buceta da Madonna e ela foi inchando, inchando e inchando como uma jibóia devorando sua presa. Como se não bastasse, fez um sinalzinho com o indicador, chamando M. e ordenando que ele metesse no seu cu. A chuva havia engrossado um pouco lá fora. Dava pra ouvir o barulhinho dela. M. ordenhou bem o seu pau e meteu no cu da Madonna. Ela tinha agora M. e a Perna. Estava preenchida e gritava acompanhada da voz rouca dos trovões. M. metia no se cu e depois na boca. Começava a gostar daquela porca e ela os chamava de príncipes. Meteram e meteram por horas, até M. gozar e tombar para o lado. Mas não pensem que acabou ai não. M. tirou seu pau pra fora foi até o banheiro urinar. Urinou como um potrozinho. O pau ainda latejava. Foi quando ele ouviu uma voz:
_Em forma ainda, hein, campeão?!
Virou-se e era a perna escorada á porta. Havia acabado de sair de dentro da Madonna e ainda estava coberta de gosma.
_É, a gente faz o que pode. _Disse M. orgulhoso, dando aquela balançadinha.
_Mesmo?
_Han, han!
_Então me fode agora, meu rei! Mete em mim! _Disse a perna com malícia.
_Não rola! _Tentou passar mas a perna bloqueou sua passagem.
_Por que não rola? _Insistiu a perna.
_Essa tua necrose.
_Não é uma necrose. É um buraco mesmo, já disse!
_Não rola!
_Vai, mete só um pouquinho! _Encurralou M. no banheiro e o pau dele já estava duro de novo. A perna tinha lá o seu poder de sedução e M. não resistiu, metendo seu pau no buraco da Perna. Ela deu um gemidinho profundo. M. pareceu gostar e foi metendo mais e mais fundo no buraco da Perna. Parecia bizarro, mas gostoso. Madonna apareceu de repente e segurava um pepino bem grande. M. a viu mas não fez nada. Ela foi por trás dele e alisou sua bunda.
_Vai ficar gostoso assim! _Foi o que ela disse enterrando de leve o pepino no cu de M. Agora ele fodia a Perna e Madonna fodia ele com o pepino. Enterrou o pepino até o fundo e ele viu estrelas explodindo. Então M. desmaiou.

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